cd

MEMÓRIA AFETIVA (selo Fina Flor) é o álbum de estreia de Luiz Pié e conta com participação especial de Milton Nascimento e inédita de Roberto Menescal e Paulinho Mendonça.

Esse álbum é o resultado de uma história de força, perseverança, superação pessoal, e de um profundo amor à música. Com 12 canções sob arranjos e regência do próprio Menescal, o CD passeia por clássicos da Bossa Nova que atravessam gerações e que estão, justamente, na memória afetiva de muita gente. "Sabe Você" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), "O Bem e o Mal" (Danilo Caymmi / Dudu Falcão), "Fim de Caso" (Dolores Duran), "Último Desejo" (Noel Rosa), "Ciúmes" (Carlos Lyra), "Tristeza" (Niltinho / Haroldo Lobo), "A Volta" (Menescal /Bôscoli), "Dorme Profundo" (Marcos Valle / Pigarrilho), "Abajur Lilás" (Rosa Passos / Ivan Lins / Fernando de Oliveira), e "Manhã de Carnaval" (Luiz Bonfá / Antonio Maria) completam o repertório de um trabalho que representa uma entrega total e irrestrita a um sonho.

Quando aparece alguém assim com bom gosto e oferece sua alma e coração pra gente, o mundo se torna mais feliz e acreditável.
- Milton Nascimento

Se eu tivesse a sua voz, eu conquistaria o mundo!
- Roberto Menescal

biografia

Pouco depois de se mudar para o Rio, em 2012, aos 24 anos, para continuar os estudos musicais, Luiz Pié foi a um show de Marcos Valle e Roberto Menescal e, pela primeira vez, fez contato ao vivo com a Bossa Nova. Encantado com a qualidade musical da dupla, Pié não se fez de rogado: ao final da apresentação se aproximou de Menescal e pediu para que o mestre produzisse uma gravação sua.

Dono de uma voz grave, de timbre aveludado, que entra macio nos ouvidos, Luiz Pié é cantor de formação jazzística, gênero pelo qual se apaixonou quando ainda era um adolescente. Dedicado, ganhou uma bolsa para freqüentar a Groove, escola de jazz em São Paulo por onde passaram nomes como Mariana Aydar, Criolo e Marina Lima, entre outros. Pedido feito, Menescal conheceu a voz do cantor e, claro, aceitou. Foram pro estúdio e de lá saíram com "Sabe Você" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes).

Corta para alguns anos antes. A música já era íntima de Pié, que a conhecia na voz de Caetano, seu primeiro ídolo, e o responsável por levar toda a MPB aos seus ouvidos quando fazia suas pesquisas musicais numa lan house do centro de São Paulo. Eram tempos difíceis em que o artista, saído de um orfanato ao completar 18 anos, trabalhava como lanterninha num dos cinemas da cidade e vivia com uma renda diária de apenas R$20 reais. Com esse dinheiro, Piê conseguia pagar a modesta pensão onde dormia e usava o resto para se alimentar e usar a internet.

Sem nunca abandonar a música, sua meta era usar o tempo disponível na lan house para conhecer a vida e a obra de um artista por dia. Do site de Caetano, foi para o de Dorival Caymmi, dali para o de Nana, deste para o de Emílio Santiago, Lenine, Gilberto Gil, e assim por diante, incluindo Milton Nascimento, que logo depois veio a conhecer pessoalmente através de um amigo, o ator Diego Tresca, afilhado do consagrado cantor. Milton logo se interessou pelo talento daquele rapaz de voz doce e potente e o convidou para participar de ensaios e reuniões musicais. "Ele me ajudou muito a escolher o que eu queria ser. Foi nesses encontros musicais que confirmei minha vocação e decidi que seguiria a carreira de intérprete", revela o artista sobre o duro período em que vivia de bicos, chegando até a morar na rua, fato que tentava esconder de todos na época. "Quase ninguém sabia, mas eu freqüentava a escola de jazz, as rodas de música, e quando acabava a fantasia eu voltava pra rua... isso durou uns três anos...", relembra.

Ao retomar o contato com a família norte-americana que lhe presenteou com o primeiro violão, aos 12 anos, ainda no orfanato, Pié se mudou para o Rio, onde fixou residência e felizmente encontrou condições para se dedicar integralmente à música

Corta para o estúdio com Menescal. O resultado da gravação de "Sabe Você" agradou muito a ambos, e isso deu coragem a Pié para pedir que Menescal produzisse uma nova ida ao estúdio... depois uma outra... e então, outra... mais outra... e mais outra vez, assim por diante... O produtor foi aceitando e trabalhando o perfil de intérprete do cantor, de quem se tornou padrinho musical levando-o, inclusive, para uma turnê no Japão. Ao final de quase três anos de idas e vindas ao estúdio, eles perceberam que tinham nada menos que 10 músicas prontas, material suficiente para juntar num disco, que nasce agora. A música que empresta título ao CD, "Memória Afetiva", inédita de Menescal com Paulinho Mendonça, foi gravada no final deste processo. E para fechar seu primeiro trabalho com chave de ouro Pié convidou o amigo Milton para gravar "Pai Grande", composta pelo próprio, coroando uma amizade que nasceu vários anos atrás, e que aponta para um futuro onde 'nada será como antes, amanhã'.

agenda

Dezembro

11

sexta

18h30

Teatro Rival Petrobrás

Rio de Janeiro

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II Circuito de Bossa Nova – Roberto Menescal e Cris Delanno – participação especial Luiz Pié

Dia 7 de dezembro, segunda-feira, às 19h30

Abertura da casa 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços:

R$ 50 (Inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25 (Estudante / Idoso / Professor da rede municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Janeiro

24

domingo

19h

Capela Santa Maria

Curitiba

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Lançamento do CD “Memória afetiva” em Curitiba, como parte da programação artística da 34ª Oficina de Música de Curitiba. O cantor Luiz Pié, com formação jazzística e dono de voz grave e aveludada, apresenta canções de seu CD de estreia “Memória Afetiva”. O CD possui arranjos e regência de Roberto Menescal.

Fevereiro

23

terça

23h

Tom Jazz

São Paulo

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Quando aparece alguém assim, com bom gosto, e oferece sua alma e coração para a gente, o mundo se torna mais feliz e mais acreditável”. Milton Nascimento.

“Se eu tivesse essa voz eu conquistaria o mundo”. Roberto Menescal.

Dono de uma voz grave, de timbre aveludado, que entra macio nos ouvidos, Luiz Pié cantor de formação jazzística, faz show de lançamento de seu primeiro CD.
Memória Afetiva (selo Fina Flor) é o resultado de uma história de força, perseverança superação pessoal, e de um profundo amor à música. Com 12 canções sob arranjo e regência do próprio Menescal, o CD de estréia de Luiz Pié passeia por clássicos da Bossa Nova que atravessam gerações.
Acompanhado por guitarra, baixo, bateria e teclado, Luiz Pié apresenta canções que estão na memória afetiva de muita gente, como Outubro (Milton Nascimento), Ciúmes, Cartao de visita, Você e eu (Carlos Lyra), Memoria Afetiva (Roberto Menescal e Paulo Mendonça), Rio (Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli), Beco sem saida (João Nogueira), Encontro das Águas (Jorge Vercilo), Ultimo Blues (Chico Buarque), Garota de Ipanema (Tom e Vinicius), Palco – Gilberto Gil, entre outras.

LUIZ PIÉ
Pouco depois de se mudar para o Rio, em 2012, aos 24 anos, para continuar os estudos musicais, Luiz Pié foi a um show de Marcos Valle e Roberto Menescal e, pel primeira vez, fez contato ao vivo com a Bossa Nova. Encantado, Pié não se fez de rogado: ao final da apresentação se aproximou de Menescal e pediu para que mestre produzisse uma gravação sua. Pedido feito, Menescal conheceu a voz d cantor e, claro, aceitou. Foram pro estúdio e de lá saíram com "Sabe Você" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes).
A música já era íntima de Pié, que a conhecia na voz de Caetano, seu primeiro ídolo, e o responsável por levar toda a MPB aos seus ouvidos quando fazia suas pesquisas musicais numa lan house do centro de São Paulo. Eram tempos difíceis em que o artista, saído de um orfanato ao completar 18 anos, trabalhava como lanterninha num dos cinemas da cidade e vivia com uma renda diária de apenas R$20 reais. Com esse dinheiro, Piê conseguia pagar a modesta pensão onde dormia e usava o resto para se alimentar e usar a internet.
Sem nunca abandonar a música, sua meta era usar o tempo disponível na lan house para conhecer a vida e a obra de um artista por dia. Do site de Caetano, fo para o de Dorival Caymmi, dali para o de Nana, deste para o de Emílio Santiago Lenine, Gilberto Gil, e assim por diante, incluindo Milton Nascimento, que log depois veio a conhecer pessoalmente através de um amigo, o ator Diego Tresca afilhado do consagrado cantor. Milton logo se interessou pelo talento daquele rapaz de voz doce e potente e o convidou para participar de ensaios e reuniões musicais. "Ele me ajudou muito a escolher o que eu queria ser. Foi nesses encontros musicais que confirmei minha vocação e decidi que seguiria a carreira de intérprete", revela o artista sobre o duro período em que vivia de bicos, chegando até a morar na rua, fato que tentava esconder de todos na época. "Quase ninguém sabia, mas eu freqüentava a escola de jazz, as rodas de música, e quando acabava a fantasia eu voltava pra rua... isso durou uns três anos...", relembra.
Ao retomar o contato com a família norte-americana que lhe presenteou com primeiro violão, aos 12 anos, ainda no orfanato, Pié se mudou para o Rio, onde fixou residência e felizmente encontrou condições para se dedicar integralmente à música.
Até chegar ao estúdio com Menescal. O resultado da gravação de "Sabe Você" agradou muito a ambos e deu coragem a Pié para pedir que Menescal produzisse uma nova ida ao estúdio... depois uma outra... e então, outra... mais outra... e mais outra vez, assim por diante... O produtor foi aceitando e trabalhando o perfil de intérprete do cantor, de quem se tornou padrinho musical levando-o, inclusive, para uma turnê no Japão.
Ao final de quase três anos de idas e vindas ao estúdio, eles perceberam que tinham nada menos que 10 músicas prontas, material suficiente para juntar num disco, que nasce agora. A música que empresta título ao CD, "Memória Afetiva", inédita de Menescal com

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